segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Dispõe sobre a definição de perfis de competências e habilidades requeridos dos Professores de Educação Básica II – PEB II, e de Educação Especial, bem como da bibliografia para o concurso de ingresso em 2010

2 PERFIL DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

O professor atuante na modalidade de Educação Especial deve ter como princípio a Educação Inclusiva, partindo do pressuposto de que todos os alunos têm direito de estar juntos, convivendo e aprendendo.

O professor especializado deve estar atento às possibilidades de acesso, tanto físico como de comunicação, a partir do conhecimento dos recursos necessários e disponíveis, o que permite o desenvolvimento pleno do humano.

Aliado a isso, coloca-se a questão didática, pois o professor especializado deve ter a clareza das características próprias de seu trabalho, que não pode avançar sobre aquele da sala comum. Guarda-se, assim, uma relação dialética entre o professor da sala comum e o professor especializado, devendo ser próprio deste último a competência para trabalhar com o aluno as questões relativas às dificuldades geradas pela deficiência.

Não pode ser esquecida, também, a amplitude do olhar que o professor especializado deve ter em relação a seus colegas da sala comum, à equipe escolar como um todo e à comunidade, principalmente, à família do aluno.

Enfim, impõe-se ao professor especializado a percepção das contínuas mudanças sociais que foram se concretizando ao longo do tempo, tendo como referência a questão da diversidade.

Neste contexto, é importante o conhecimento da evolução das políticas públicas, refletidas na legislação atual, principalmente no que se refere ao Brasil e ao estado de São Paulo.


 

2.1 o professor de Educação Especial deve apresentar o seguinte perfil

1. Demonstrar conhecimento dos aspectos históricos da relação da sociedade com as deficiências e com a pessoa portadora de deficiência.

2. Conhecer as várias tendências de abordagem teórica da educação em relação às pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais.

3. Ser capaz de produzir e selecionar material didático com vistas ao trabalho pedagógico.

4. Dominar noções dos aspectos fisiológicos e clínicos das deficiências.

5. Identificar as necessidades educacionais de cada aluno por meio de avaliação pedagógica.

6. Elaborar Plano de Atendimento no Serviço de Apoio Pedagógico Especializado – SAPE, visando intervenção pedagógica nas áreas do desenvolvimento global e encaminhamentos educacionais necessários.

7. Desenvolver com os alunos matriculados em classes comuns atividades escolares complementares, submetendo-as a flexibilizações, promovendo adaptações de acesso ao currículo e recursos específicos necessários.

8. Conhecer os indicadores que definam a evolução do aluno em relação ao domínio dos conteúdos curriculares e elaborar os registros adequados.

9. Interagir com seus pares, com a equipe escolar como um todo, com a família e com a comunidade, favorecendo a compreensão das características das deficiências.

10. Utilizar-se das diversas contribuições culturais para facilitar aos alunos sua compreensão e inserção no mundo.


 

2.2 Habilidades do professor de Educação Especial

2.2.1 Deficiência Física

1. Identificar os vários aspectos de como se apresentam a deficiência e decidir sobre os recursos pedagógicos a serem utilizados.

2. Conhecer os Recursos de Comunicação Alternativa.

3. Conhecer Recursos de Acessibilidade ao Computador.

4. Reconhecer e identificar materiais pedagógicos: engrossadores de lápis, plano inclinado, tesouras adaptadas, entre outros.

5. Identificar formas adequadas de acompanhamento do uso dos recursos alternativos em sala de aula comum.

2.2.2 Deficiência Auditiva

1. Identificar aspectos culturais próprios da comunidade surda.

2. Dominar a metodologia de ensino da Língua Portuguesa para Surdos.

3. Dominar a metodologia do ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.

4. Dominar o ensino com LIBRAS.

5. Reconhecer e identificar materiais didáticos e pedagógicos com base na pedagogia visual e na Libras, entre outros.

2.2.3 Deficiência Visual

1. Dominar o ensino do Sistema Braille.

2. Demonstrar o domínio de conhecimentos sobre orientação e mobilidade e sobre atividades da vida autônoma.

3. Dominar conhecimentos para uso de ferramentas de comunicação: sintetizadores de voz para ler e escrever por meio de computador.

4. Dominar a técnica de Soroban.

5. Identificar material didático adaptado e adequado, de acordo com a necessidade gerada pela deficiência (visão subnormal ou cegueira).

2.2.4 Deficiência Intelectual

1. Identificar e ser capaz de avaliar a necessidade de elaboração de Adaptação Curricular.

2. Diante de situações de diagnóstico, ser capaz de avaliar a necessidade de Currículo Natural Funcional para a vida prática, e habilidades acadêmicas funcionais.

3. Identificar materiais didáticos facilitadores da aprendizagem como alternativas de se atingir o mesmo objetivo proposto para sala do ensino comum, levando em conta os limites impostos pela deficiência.

4. Identificar habilidades básicas de autogestão e específicas visando o mercado de trabalho.

5. Reconhecer situações de favorecimento da autonomia do educando com deficiência intelectual.


 

2.3 Bibliografia para Educação Especial

2.3.1 Deficiências/Inclusão - Geral

1. BIANCHETTI, L.; FREIRE, I. M. Um Olhar sobre a Diferença. Campinas: Papirus, 1998.

2. CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.

3. MANTOAN, Maria Teresa Egler. Inclusão Escolar: o que é ? por quê? como fazer? 2. ed. São Paulo: Moderna, 2006.

4. MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1996.

5. MITTLER, Peter. Educação Inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003.

6. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.

7. STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Tradução de Magda França Lopes. Porto Alegre: Artmed, 1999.

2.3.2 Deficiência Auditiva

8. GOES, M. C. R. de. Linguagem, Surdez e Educação. Campinas: Autores Associados, 1996.

9. GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997.

10. SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.

2.3.3 Deficiência Física

11. BASIL, Carmen. Os alunos com paralisia cerebral: desenvolvimento e educação. In: COLL, C.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 1995. v. 3. p. 252-271.

2.3.4 Deficiência Mental

12. AMERICAN ASSOCIATION ON MENTAL RETARDATION. Retardo mental: definição, classificação e sistemas de apoio. Tradução de Magda França Lopes. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 13. OMS - Organização Mundial da Saúde. CIF: Classificação

Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. São Paulo: EDUSP, 2003.

2.3.5 Deficiência Visual

14. AMORIN, Célia Maria Araújo de; ALVES, Maria Glicélia. A criança cega vai à escola: preparando para alfabetização. São Paulo: Fundação Dorina Nowill para Cegos, 2008.

15. LIMA, Eliana Cunha; NASSIF, Maria Christina Martins; FELLIPE, Maria Cristina Godoy Cryuz. Convivendo com a baixavisão: da criança à pessoa idosa. São Paulo: Fundação Dorina Nowill para Cegos, 2008.

2.4 Documentos para Educação Especial

2.4.1 Deficiências/Inclusão - Geral

1. ONU. Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência. 2006. Ratificada pelo Brasil, através do Decreto Legislativo de 11/06/2008 – Preâmbulo, Art. 1º ao 5º, 7º ao 8º e 24. Disponível em: <http://cape.edunet.sp.gov.br/cape-arquivos/ convenção-onu.asp> Acesso em: 26 jan. 2010.

2. ONU. Declaração de Salamanca. 1994. Disponível em: <http://cape.edunet.sp.gov.br/cape-arquivos/declaração-salamanca. asp> Acesso em: 26 jan. 2010.


 

3. BRASIL. MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais: adaptações curriculares; estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília, MEC/SEF, 1998. Disponível em: <http://www.musica.ufrn.br/licenciatura/ pcn.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

4. BRASIL. MEC/SEESP. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, MEC/SEESP, 2008. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ politicaeducespecial.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

2.4.2 Deficiência Auditiva

5. BRASIL. MEC/SEESP. Atendimento educacional especializado: pessoa com surdez. Brasília: MEC/SEESP, 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee-da.pdf Acesso em: 26 jan. 2010.

6. BRASIL. MEC/SEESP. Saberes e práticas da inclusão: desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos surdos. Brasília: MEC/ SEESP, 2006. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/ arquivos/pdf/alunossurdos.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

7. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Leitura, escrita e surdez. Organização de Maria Cristina da Cunha Pereira. 2. ed. São Paulo: FDE, 2009. Disponível em: <http:// cape.edunet.sp.gov.br/textos/textos/leituraescritaesurdez.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

2.4.3 Deficiência Física

8. BRASIL. MEC/SEESP. Atendimento educacional especializado: deficiência física. Brasília: MEC/SEESP, 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee-df.pdf Acesso em: 26 jan. 2010.

9. BRASIL. MEC/SEESP. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos pedagógicos adaptados. Brasília: MEC/SEESP, 2002. fascículo 1. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ rec-adaptados.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

10. BRASIL. MEC/SEESP. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos para comunicação alternativa. Brasília: MEC/SEESP,

2006. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/ pdf/ajudas-tec.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

11. BRASIL. MEC/SEESP. Saberes e práticas da inclusão: desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com deficiência física/ neuromotora. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em: <http://

portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunosdeficienciafisica. pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

2.4.4 Deficiência Mental

12. BRASIL. MEC/SEESP. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Mental. Brasília: MEC/SEESP, 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee-dm.pdf Acesso em: 26 jan. 2010.

13. BRASIL. MEC/SEESP. Educação Inclusiva: atendimento educacional especializado para a deficiência mental. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/ seesp/arquivos/pdf/defmental.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

2.4.5 Deficiência Visual

14. BRASIL. MEC/SEESP. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee-dv.pdf Acesso em: 26 jan. 2010.

15. BRASIL. MEC/SEESP. A construção do conceito de número e o pré-soroban. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/pre-soroban.pdf Acesso em: 26 jan. 2010.


 

16. BRASIL. MEC/SEESP. Grafia Braille para a Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em: <http://portal. mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/grafiaport.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

17. BRASIL. MEC/SEESP. Orientação e Mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2003. Disponível em: <http://portal. mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ori-mobi.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.


 

2.5 Legislação para Educação Especial


 

2.5.1 Federal

1. LEI N.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Art. 4º, Inc. III, Art. 58, Par 1º a 3º, Art. 59, Art. 60. Disponível em: <http://portal. mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394-ldbn1.pdf> Acesso em: 26 jan. 2010.

2.5.2 Estadual

2. DELIBERAÇÃO CEE N.º 68/2007. Fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionaisespeciais, no sistema estadual de ensino. Disponível em: <http:// www.ceesp.sp.gov.br/Deliberações/de-68-07.htm> Acesso em: 26 jan. 2010.

3. RESOLUÇÃO SE N.º 11/2008, de 31 de janeiro de 2008. Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas. Disponível em: <http://siau.edunet. sp.gov.br/ItemLise/arquivos/11-08.HTM> Acesso em: 26 jan. 2010.

4. RESOLUÇÃO SE N.º 31/2008, de 24 de março de 2008. Altera dispositivo da Resolução nº 11, de 31 de janeiro 2008. Disponível em: <http://siau.edunet.sp.gov.br/ItemLise/arquivos/ 31-08.HTM> Acesso em: 26 jan. 2010.


 

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Data, Local e Como Chegar

15 a 18 de Abril de 2010

Quinta e Sexta das 13hs às 21hs.
Sábado e Domingo das 10hs às 19hs.
Visitação Gratuita

Local
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 - São Paulo - SP

Transporte Gratuito
Estação do Metrô Jabaquara
Saída das Vans na Rua Nelson Fernandes, 400

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Portaria DRHU 9, de 28-1-2010 Estabelece cronograma e diretrizes para o processo de atribuição de classes e aulas do ano letivo de 2010 e dá providências correlatas

29 janeiro 2010

O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, tendo

em vista a necessidade de estabelecer diretrizes, datas e prazos

para o desenvolvimento do processo de atribuição de classes e

aulas de 2010, expede a presente Portaria.

Art. 1º – A atribuição de classes (Ciclo I/EF), aulas (EF/EM)

e aulas das classes/salas de recurso e de Educação Especial

(SAPE), na Etapa Preliminar do processo inicial, exclusiva a

docentes devidamente habilitados, nos termos do "caput" do

artigo 12 e do "caput" do artigo 16 da Resolução SE 98, de

29/12/2009, obedecerá ao seguinte cronograma:

I – dia 03/02/2010 – MANHÃ – Fase 1- na Unidade Escolar,

aos titulares de cargo, para constituição de jornada;

a) classificados na Unidade Escolar;

b) dos removidos "ex officio" com opção de retornoII – 03/02/2010 – TARDE – Fase 2 – Diretoria de Ensino – aos

titulares de cargo não atendidos, parcial ou integralmente, em

nível de Unidade Escolar, para:

a) Constituição de Jornada, na seguinte ordem:

a.1 – aos docentes não totalmente atendidos na Fase 1;

a.2 – aos adidos e excedentes, em caráter obrigatório.

b) Composição de Jornada, na seguinte ordem:

b.1 – aos parcialmente atendidos na constituição;

b.2 – aos adidos, em caráter obrigatório e nesta ordem

III – 04/02/2010 – MANHÃ – Fase 1 – Unidade Escolar – aos

titulares de cargo para: Ampliação de Jornada.

IV – 04/02/2010 – TARDE – Fase 2 – Diretoria de Ensino -

aos titulares de cargo não atendidos na Unidade Escolar, para:

Ampliação de Jornada.

V – 05/02/2010 – MANHÃ – Fase 1 – Unidade Escolar – aos

titulares de cargo, para: Carga Suplementar de Trabalho.

VI – 05/02/2010 – TARDE – Fase 2 – Diretoria de Ensino – aos

titulares de cargo, não atendidos na Unidade Escolar, para Carga

Suplementar de Trabalho.

VII – 06/02/2010 – MANHÃ – Fase 2 – Diretoria de Ensino:

a) aos titulares de cargo para designações nos termos do

artigo 22 da Lei Complementar N.º 444/1985.

b) Docentes Ocupantes de Função-atividade para atribuição

de carga horária na seguinte conformidade:

b.1) docentes estáveis;

b.2) docentes celetistas.

VIII – 08 e/ou 09/02/2010 – Fase 2 – Diretoria de Ensino,

de acordo com calendário fixado e divulgado por cada uma das

Diretorias de Ensino:

a) aos docentes ocupantes de função-atividade abrangidos

pela L.C. nº 1010/2007;

b) aos demais docentes ocupantes de função-atividade e

candidatos à contratação.

Art. 2º – A Etapa Intermediária de atribuição das classes,

aulas e classes/aulas de recurso e de Educação Especial (SAPE)

remanescentes, aos inscritos no processo, que estejam qualificados

nos termos do § 1º dos artigos 12 e 16 da Resolução SE 98

de 29/12/2009, ocorrerá na seguinte conformidade:

I – 10/02/2010 – Manhã – Fase 1 – Unidade Escolar – para

composição de jornada e/ou de carga suplementar dos titulares

de cargo e para aumento da carga horária dos estáveis,

celetistas e demais ocupantes de função-atividade/candidatos

à contratação, já contemplados na Etapa Preliminar com aulas

desta unidade;

II – 10/02/2010 – Tarde – Fase 2 – Diretoria de Ensino – para

composição de jornada e/ou de carga suplementar de titulares

de cargo e para carga horária dos estáveis, celetistas e demais

ocupantes de função-atividade/candidatos à contratação, não

atendidos na Fase 1 (unidade escolar) ou que não participaram

da atribuição da Etapa Preliminar.

Art. 3º – A Etapa Complementar será realizada na Diretoria

de Ensino, em 11/02/2010, com a atribuição de classes e

de aulas remanescentes das etapas anteriores e mais as que

surgiram nesse período e estejam bloqueadas nas unidades

escolares, a todos os docentes e candidatos à contratação, inscritos

e classificados para o processo, nos termos dos respectivos

"caput" e parágrafos 1º e 2º dos artigos 12 e 16 da Resolução

SE N.º 98/2009.

Art. 4º – A atribuição prevista nos artigos anteriores envolvendo

os docentes não efetivos e os candidatos à contração só

será possível aos que alcançaram os índices mínimos fixados

para a qualificação na prova do processo seletivo.

§ 1º – Encerrado o processo inicial de atribuição de aulas

de que tratam os artigos anteriores, em remanescendo saldo,

as classes e/ou aulas poderão ser atribuídas aos docentes e

candidatos à contratação, classificados de conformidade com o

disposto no artigo 5º da Resolução SE – 8, de 22 de janeiro de

2010, respeitando a ordem de prioridade das faixas de situação

funcional e das habilitações/qualificações docentes, bem como

os distintos campos de atuação.

§ 2º – A atribuição de que trata o parágrafo anterior, onde

houver, ocorrerá entre os dias 12 e 17 de fevereiro de 2010, respeitado

o domingo e o feriado de carnaval, devendo a Diretoria

de Ensino divulgar a data e o horário da atribuição até o dia 11

de fevereiro de 2010.

Art. 5º – A atribuição de classes ou aulas a portadores de

deficiência, no processo inicial, far-se-á com observância às

faixas de habilitação e de qualificação docentes, por campo de

atuação e/ou por disciplina, na seguinte conformidade:

I – a cada 10 (dez) docentes/candidatos, com classe/aulas

atribuídas, pela listagem geral de classificação, será acionada a

listagem especial dos portadores de deficiência, para se atribuir

classe/aulas ao mais bem classificado;

II – o docente/candidato portador de deficiência, dependendo

de pontuação elevada que possua, poderá ser atendido antes

pela listagem geral dos inscritos, do que pela listagem especial;

III – em qualquer caso, o portador de deficiência somente

poderá participar da atribuição uma única vez, por campo de

atuação, por disciplina e por faixa de habilitação/qualificação.

Art. 6º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação,

ficando revogadas as disposições em contrário.

Portaria DRHU – 10, de 28-1-2010

Altera dispositivos da Portaria DRHU-06, de 12-01-

2010, publicada em 13-01-2010.

O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, considerando

a necessidade de retificar datas e prazos para a divulgação

da classificação dos inscritos, do processo inicial de atribuição

de classes e aulas de 2010, expede a presente Portaria.

Art. 1º – O inciso II do artigo 1º da Portaria DRHU-06, de

12-01-2010, passa a vigorar com a seguinte redação:

"II – Ocupantes de função-atividade/candidatos à contratação:

a) 28/01/2010 – divulgação da classificação;

b) 29/01 e 01/02/2010 – prazo para interposição de recursos;

c) 02 e 03/02/2010 – digitação das decisões sobre os

recursos;

d) 04/02/2010 – divulgação da classificação final;

e) 04/02/2010 – divulgação da classificação dos docentes

e candidatos à contratação de conformidade com o disposto no

artigo 5º da Resolução SE – 8, de 22-01-2010;

f) 05 e 08/02/2010 – prazo para interposição de recurso;

g) 09/02/2010 – digitação das decisões sobre os recursos;

h) 10/02/2010 – divulgação da classificação final.

Parágrafo único – para possibilitar a conclusão das digitações

das inscrições, o sistema Jati estará disponível até as 22:00

horas, nos dias 03 e 09/02/2010.

Art. 2º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação,

ficando revogadas as disposições em contrário

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

SECRETARIA LIBERA R$ 77,6 MILHÕES PARA ATENDIMENTO A ESTUDANTES DE APAES E INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS

Valor será repassado a 294 instituições assistenciais, que, juntas, atendem 33 mil estudantes em todo o Estado

O Secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, assinou nesta quarta-feira (27/01) convênios com 294 instituições assistenciais de todo o Estado, responsáveis por educar crianças e adolescentes com deficiências graves que não podem ser incluídos na rede regular de ensino. Os convênios preveem repasse de verba às instituições para o atendimento e somam R$ 77,6 milhões, que garantirão a educação de cerca de 33 mil alunos.


"O Estado de São Paulo está em um processo crescente de apoio às APAEs. A parceria começou em 1995, ainda na administração do governador Mário Covas, quando atendíamos 133 unidades, beneficiando cerca de 13 mil alunos. Hoje, estamos assinando 294 convênios, atendendo cerca de 33 mil alunos. No primeiro ano do governo José Serra repassamos R$ 65 milhões e hoje, estamos repassando quase R$ 78 milhões", afirma o secretário.


Os recursos vão auxiliar no pagamento de professores, diretores e coordenadores pedagógicos e manutenção das classes. Do total de instituições conveniadas, 260 são unidades da Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) e outras 34 são entidades assistenciais que também trabalham com alunos com deficiência. Todas oferecem atendimento pedagógico e educacional para alunos com deficiência motora, visual, mental ou auditiva, além de alunos com autismo. O recurso irá beneficiar 22 entidades da Capital e Grande São Paulo e 272 do interior e litoral do Estado.


As instituições interessadas em firmar convênio com a Secretaria para o atendimento a alunos com deficiência devem procurar as Diretorias de Ensino. As inscrições são abertas anualmente, em outubro. Para serem selecionadas, é preciso estar em dia com a documentação exigida.
Investimentos em Educação Especial


Mais de 98 mil professores foram capacitados entre 2000 e 2009 pelo Cape (Centro de Apoio Pedagógico Especializado), órgão da Secretaria. Só no ano passado, foram investidos R$ 90 milhões para a Educação Especial, entre atendimento na rede estadual e em instituições conveniadas.


A rede estadual de ensino atende 14.198 alunos com deficiências em 1.084 salas de recursos voltadas para atividades complementares aos estudantes. Estes alunos são matriculados em classes regulares e utilizam as salas de recursos no contraturno, de acordo com as necessidades.

Transporte


No ano passado, a Secretaria de Estado da Educação assinou um convênio de R$ 12 milhões com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU). Válido até 31 de dezembro de 2010, o contrato tem o objetivo de ampliar a acessibilidade aos alunos com necessidades especiais da rede pública estadual e de instituições parceiras, que mantêm convênios com o Governo do Estado por meio da Secretaria da Educação.


Pela parceria, fica definido que o recurso será repassado pela Secretaria para que a EMTU assegure o atendimento de transporte escolar aos alunos com necessidades especiais através do Serviço Especial Conveniado. O convênio também prevê que a empresa tome as providências necessárias para a adequação e manutenção dos veículos. Serão beneficiados alunos da Capital e Grande São Paulo.


Desde agosto, a EMTU disponibiliza até 52 veículos para o percurso entre a casa e a escola e vice-versa. Nos casos em que o aluno necessitar ser transportado com acompanhante, será necessária indicação médica.
Os motoristas dos veículos passaram por uma capacitação para atender de maneira adequada estes alunos. Além disso, cada ônibus conta ainda com um monitor escolhido pela Secretaria para acompanhar o trajeto.

Materiais


Os alunos com deficiência têm outros materiais à disposição na rede. Para os estudantes cegos ou com visão parcial, a Secretaria oferece o Soroban, a máquina de assinatura e prancha para apoio em carteira escolar. O Soroban é uma espécie de ábaco para fazer contas; a máquina de assinatura é utilizada para que aprendam a assinar o nome e a prancha auxilia o aluno com visão subnormal, possibilitando uma melhor postura para estudar. Os alunos também acompanham as aulas com material didático específico. Os cadernos, que fazem parte da Proposta Curricular da Secretaria de Educação, estão disponíveis no formato de livro digital, em Braille e em caracteres ampliados. Por meio de um software chamado DosVox, os estudantes conseguem ouvir o que está sendo mostrado no computador e utilizam a internet para fazer trabalhos escolares.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PROJETO CAÇA TALENTOS IDENTIFICA 1.500 ALUNOS SUPERDOTADOS NAS ESCOLAS ESTADUAIS

Secretaria montou projeto para dar suporte a estes alunos, identificando-os e direcionado seus estudos para que tenham melhor aproveitamento das habilidades
Levantamento feito pela Secretaria de Estado da Educação aponta que o número de superdotados identificados na estadual de ensino continua crescendo. Em 2009, foram 1.022 casos identificados pelo projeto “Um Olhar para as Altas Habilidades” – crescimento de 61% em comparação a 2008, quando os professores da rede relataram a existência de 397 superdotados nas escolas estaduais. Em 2007, quando o programa foi lançado 79 alunos apresentavam altas habilidades. Ao todo, já foram identificados 1.498 alunos superdotados.
Desde 2007, foram capacitados 270 professores para identificar alunos que se destacassem dos demais.
A capacitação dos educadores resultou no livro “Um olhar para as altas habilidades: construção de caminhos”, produzido pela Secretaria de Estado da Educação, como subsídio às escolas. O livro também está disponível para dowload (http://cape.edunet.sp.gov.br/cape_arquivos/Um_Olhar_Para_As_Altas_habilidades.pdf).

Confira algumas características de estudantes considerados superdotados:
· Alto grau de curiosidade
· Boa memória
· Atenção concentrada
· Persistência
· Independência e autonomia
· Facilidade de aprendizagem
· Criatividade
· Iniciativa
· Liderança

São Paulo, 26 de janeiro de 2010.
Secretaria de Estado da Educação
Assessoria de Imprensa
Mais informações à imprensa: (11) 3218.2020/8879/2062

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Saiu o concurso de 10.083 vagas para PEB II

A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (SEE) publicou ontem o aguardado edital do concurso para 10.083 vagas de professor de educação básica (PEB) II para diversas disciplinas em todo o Estado. Os salários iniciais oferecidos são de até R$ 1.515,53.
As oportunidades são para as disciplinas de arte, biologia, ciências físicas e biológicas, educação física, filosofia, geografia, história, inglês, língua portuguesa, matemática, química, sociologia e educação especial – deficiências auditiva, física, mental e visual. De acordo com as instruções especiais divulgadas em 2009, os salários serão de R$ 451,65 (jornada de 12h semanais), R$ 909,32 (24h), R$ 1.136,65 (30h) e R$ 1.515,53 (40h).
Os interessados poderão se inscrever entre as 10h de 27 de janeiro e as 23h59 de 11 de fevereiro, segundo o horário de Brasília (DF), no site da Fundação Carlos Chagas: www.concursosfcc.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 27,25. Os candidatos poderão se inscrever para atuar em mais de uma disciplina desde que os horários de exame sejam diferentes – confira o cronograma no edital em anexo. No ato de inscrição o candidato deverá optar pela diretoria regional de ensino de sua preferência – confira a relação completa no edital em anexo.
Pedidos de isenção - Candidatos que sejam estudantes de curso nível fundamental, médio, superior, pós-graduação ou curso pré-vestibular e estejam desempregados ou tenham renda inferior a dois salários mínimos podem requerer redução de 50% do valor da taxa de inscrição. Os interessados devem preencher e imprimir o requerimento disponível no site da Carlos Chagas entre as 10h do dia 27 e as 14h de 29 de janeiro. O requerimento e os documentos comprobatórios deverão ser encaminhados, via sedex ou carta registrada com aviso de recebimento (AR) até o dia 29 à Fundação Carlos Chagas - veja o endereço abaixo.
As datas, horários e locais de aplicação dos exames serão divulgados em ocasião oportuna pela organizadora. Outras informações podem ser obtidas junto ao serviço de atendimento ao candidato, nos dias úteis entre as 10h e 16h, pelo telefone: (11) 3723-4388.

Serviço:
Pedidos de Isenção
Fundação Carlos Chagas – A/C Departamento de Execução de Projetos – Ref. Redução do Valor de Inscrição/PEB II
Avenida Professor Francisco Morato, 1565, Jardim Guedala, São Paulo (SP) CEP 05513-900.
Fonte:

http://jcconcursos.uol.com.br

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

PRÊMIO SENTIDOS


 

 
 

2010 é o ano da inclusão social. Se inscreva na 3ª edição do Prêmio Sentidos contando a sua história, suas conquistas e superações. Mesmo se você participou das edições anteriores, tendo sido finalista, premiado ou não, você pode se inscrever novamente. E não é necessário se inscrever na mesma categoria, você pode escolher outra se achar mais adequado para o seu caso.

Quem ainda não se inscreveu, tem até o dia 12 de fevereiro para fazê-la. Dar visibilidade a projetos e histórias de vida de pessoas com deficiência é o principal objetivo do Premio Sentidos, uma iniciativa da Sentidos, AVAPE e Instituto Ressoar.


 

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13390&cod_canal=37

Audiolivro

A LENDA VITORIA REGIA-ROSANA GARCIA

*VOZ HUMANA*
**
*Este é um conto cheio de beleza, de mistério, de paixão. Naia e Jaci: entre
eles nasce uma lindíssima história de amor, contada na linguagem simples e
poética de nossos índios. Aqui se explica a magia da origem desta planta
amazônica que ganhou nome de rainha A coleção Lendas Brasileiras reconta, em
liguagem de hoje, criações dos povos que formaram o Brasil. *
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*http://www.megauplo ad.com/?d= MENZ508Y*
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A CABEÇA DE MEDUSA- ORIGENES LESSA

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* VOZ HUMANA*
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*Sobre o Autor: Orígenes Lessa. Nasceu em 1903. Jornalista, publicitário,
romancista e novelista, passou a se dedicar à literatura infanto-juvenil em
1970, recebendo vários prêmios ,NATHANIEL HAWTHORNE (1804-1864). Escritor
norte-americano, situava sua ficção no passado distante e influenciou
praticamente todos os escritores de sua geração.*
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*http://www.megauplo ad.com/?d= J3ZGYUKM*

ALADIM E A LAMPADA MARAVILHOSA- CARLOS HEITOR
CONY

*VOZ HUMANA*
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*Sobre o Autor: Carlos Heitor Cony, um dos mais respeitados jornalistas,
cronistas e romancistas do país, que ocupa, desde 2000, ocupa a cadeira
número 3 da Academia Brasileira de Letras, conta a sua versão de uma das
histórias mais amadas e conhecidas do clássico As mil e uma noites.*
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AS TRÊS MAÇAS DE OURO-ORIGENES LESSA
* VOZ HUMANA

Baseado na obra original de Nathaniel Hawthorne, As três maçãs de ouro,
conta a história da busca do lendário herói Hércules, da mitologia grega,
pelas maçãs de ouro que cresciam no jardim de Hespérides, enfrentando
diversos obstáculos como o Velho do Mar e o gigante Atlas.

* *http://www.megauplo ad.com/?d= VFQX*

CONTOS AO REDOR DA FOGUEIRA-ALEXANDRE
MORENO
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* VOZ HUMANA*
*Kambu, o menino das florestas sagrada, e Buanga, a noiva da chuva, têm como
cenário "o fabuloso universo da literatura oral africana". São vários contos
inspirados em fatos reais, entremeados com lendas e mitos, contados durante
as noites ao redor das fogueiras na ÁfricaCONTOS AO REDOR DA FOGUEIRA
recebeu o prêmio Altamente Recomendável para o Jovem pela FNLIJ - Fundação
Nacional do Livro Infantil e Juvenil, em 1990. *
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*http://www.megauplo ad.com/?d= XGK3TCUA*

O CÂNTARO MILAGROSO-ORIGENES LESSA
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* VOZ HUMANA*
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*Sobre do Autor: Orígenes Lessa. Nasceu em 1903. Jornalista, publicitário,
romancista e novelista, passou a se dedicar à literatura infanto-juvenil em
1970, recebendo vários prêmios, NATHANIEL HAWTHORNE (1804-1864). Escritor
norte-americano, situava sua ficção no passado distante e influenciou
praticamente todos os escritores de sua geração. *
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*http://www.megauplo ad.com/?d= 451NU16X*
*
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O FUTURO DA HUMANIDADE- AUGUSTO CURY

*VOZ HUMANA*
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*Ao entrar na faculdade cheio de sonhos e expectativas, Marco Polo se vê
diante de uma realidade dura e fria: a falta de respeito e sensibilidade dos
professores em relação aos pacientes com transtornos psíquicos, que são
marginalizados e tratados como se não tivessem identidade. Indignado, o
jovem desafia profissionais de renome internacional para provar que os
pacientes com problemas psiquiátricos merecem mais atenção, respeito e
dedicação - e menos remédios. Acreditando na força do diálogo e da
psicologia, ele acaba causando uma verdadeira revolução nas mentes e nos
corações das pessoas com quem convive. *
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O JOGO DOS OLHOS-TEREZINHA ÉBOLI

*VOZ HUMANA*
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*Por que o caranguejo tem os olhos para fora? Por que a onça não perde o
brilho de seus olhos? Estas curiosidades são explicadas de maneira
surpreendente pelos índios Taulipang, com a originalidade que caracteriza as
lendas indígenas, cheias de magia e humor. A coleção Lendas brasileiras
reconta, em linguagem de hoje, criações de povos que formaram o Brasil. *
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O PRINCIPE- MAQUIAVEL
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*VOZ HUMANA*

*obs: este esta completo o outro estava imcompleto*

*Os recentes estudos do autor e da sua obra admitem que seu pensamento foi
mal interpretado historicamente. Desde as primeiras críticas, as opiniões,
muitas vezes contraditórias, acumularam-se, de forma que o adjetivo
maquiavélico, criado a partir do seu nome, significa esperteza e astúcia.
Esta obra, escrita em 1513, expressou pela primeira vez a noção de Estado
como forma de organização da sociedade do modo como a conhecemos hoje. É
sobretudo por isso que seu autor é considerado o pai da moderna ciência
política. Na época, a obra foi concebida como um manual cuja finalidade era
ensinar a um novo príncipe que, para conservar o poder e o controle em seu
Estado , é preciso não só agir com grande sutileza;e mesmo com astúcia e
crueldade;mas também manter um exército. A incrível resistência ao tempo;que
caracteriza os clássicos;deve- se à versatilidade do texto que tem permitido
as mais diversas interpretações a leitores, e agora ouvintes, de todas as
gerações. *

*
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O PRINCIPE DE KORIPAN-ALEXANDRE MORENO


*VOZ HUMANA*
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*Nascida de fontes históricas de Java e de Bali, a lenda do louco amor do
príncipe Pandji pela fada Rêngani nos faz penetrar no mundo maravilhoso do
teatro de sombras, tão popular ainda hoje na Indonésia. Béautrice Tanaka
recolheu estes temas em suas viagens, criou um belo texto e ilustrou-o com
imagensinspiradas. A coleção Lendas do mundo todo reúne belíssimas histórias
nascidas do imaginário dos povos das mais diversas partes da Terra. *
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O REI DO RIO DE OURO-PAULO MENDES
CAMPOS
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*VOZ HUMANA*
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*Originalmente publicado em 1889, O rei do rio de ouro conta a história do
jovem Gluck e seus irmãos que resolvem sair em busca da fonte do Rio de
Ouro. Lá eles descobrem um homem que pode ensiná-los a transformar água em
ouro de verdade. Uma das mais importantes fábulas infantis do século XIX,
uma história sobre amor, avareza, e, acima de tudo, amizade.
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PEDAGOGIA DO AMOR-GABRIEL CHALITA

*VOZ HUMANA*

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*O audiolivro Pedagogia do Amor resgata em todos nós e, em conseqüência, em
nossos filhos, alunos e aprendizes, valores e qualidades humanas tão
esquecidos num tempo em que a aparência vale mais do que a essência, e a
competição impera nos relacionamentos. O ouvinte encontrará dez histórias da
literatura universal, que foram escolhidas pelo autor por trazer em si
valores essenciais aos tempos de hoje, como respeito, solidariedade e
idealismo. *
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*http://www.megauplo ad.com/?d= UKXPMZAF*
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